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BDRs e ETFs: como investir no exterior pela B3

O que são BDRs e ETFs, diferenças entre os tipos, riscos de câmbio, liquidez e custos, e como usá-los para diversificar a carteira.

Por Equipe SimulaGranaAtualizado em 03/10/20266 min de leitura

Investir apenas em ativos brasileiros concentra o patrimônio no risco de um único país e de uma única moeda. BDRs e ETFs negociados na B3 permitem diversificar sem abrir conta no exterior.

O que são BDRs

Brazilian Depositary Receipts são certificados negociados na B3 que representam ações de empresas estrangeiras, como Apple, Microsoft ou Nvidia. Os códigos costumam terminar em 31, 32, 33, 34 ou 35 (por exemplo, AAPL34 e MSFT34). Um BDR pode representar uma fração de ação ou várias ações, conforme a proporção definida pelo emissor.

BDRs de ETFs

Terminam geralmente em 39 e dão acesso a fundos de índice negociados no exterior, como ETFs que replicam o S&P 500 ou setores específicos.

O que são ETFs

ETFs são fundos de índice negociados em bolsa. Um único ETF dá exposição a dezenas ou centenas de ativos. Na B3, exemplos conhecidos são BOVA11 (Ibovespa), SMAL11 (small caps) e IVVB11 (S&P 500 em reais). Existem também ETFs de renda fixa e de criptoativos.

Vantagens

Riscos e cuidados

Como usar na carteira

Uma forma simples é destinar uma parcela fixa (por exemplo, 5% a 20%) a um ETF amplo de mercado global ou americano e complementar com BDRs de empresas que você conhece bem. Assim, a base da exposição internacional fica diversificada, e as escolhas individuais ficam limitadas a uma fatia menor.

No Scanner do SimulaGrana, selecione a classe “BDRs” ou “ETFs” para ver os ativos mais negociados, com liquidez diária e valor de mercado. Para planejar a divisão da carteira, veja Como montar uma carteira de investimentos.

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